Brasileiro não é muito fã de tênis e esse esporte está longe de ser popular, aqui ou em qualquer outra parte do mundo. Mesmo assim, tivemos duas lendas no esporte, uma quando nem transmissão por televisão havia e a outra bem recente. Sim, considero Maria Esther Bueno e Guga duas lendas, a primeira mais do que a segunda talvez.
E tênis não é agradável de se ver, quero dizer, poucos conseguem ver um jogo inteiro sem se levantar do sofá ou trocar de canal algumas vezes. Amanhã, domingo dia 1 de fevereiro, duas outras lendas vão jogar, apenas para comprovar mais uma vez que são realmente eternos.
Nadal é perfeito no saibro e ainda deve um pouco no piso duro, mesmo assim é fenomenal. Federer, esse, mais do que o espanhol, merece algumas linhas.
Dizem que existe apenas um Pelé, um Jordan, uam, quem sabe, Isinbayeva e quiçá, um Sampras. Sobre este último, digo que já foi. e já foi porque Roger Federer vai ultrapassa-lo e muito em títulos e vai, sem sombra de dúvida, ser a maior legenda do tênis do mundo. Tem aqueles que vão dizer: mas o Sampras jogou numa época com fulano, beltrano e ciclano. Resposta errada. Sempre há bons jogadores e, num esporte individual, mais do que os outros, quando um atleta é superior a qualquer um, acaba ofuscando outros talentos.
Se eu pudesse assistir ao jogo amanhã, com certeza o faria, mas, lógico, mesmo tendo na telinha Nadal e Federer, iria dar uma olhada no sacal jogo do campeonato italiano de vez em quando.
Pedro
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sábado, 31 de janeiro de 2009
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